Hora vaga
Há dias em que a vida parece um poema escrito por mãos invisíveis. A gente caminha, mesmo sem saber o destino, e ainda assim é bonito…
poesia viva
A hora vaga é aquela em que a poesia acontece — entre um café e outro, entre um silêncio e uma palavra. Aqui, cada verso é um convite à pausa.

Aquele intervalo entre o relógio e o coração. O tempo que sobra quando a gente para de contar.
Versos que nascem do cotidiano: do café esfriando, da janela entreaberta, do silêncio bom.
Nada de pressa. Cada poema pede uma respiração inteira — e devolve outra.
do caderno
Há dias em que a vida parece um poema escrito por mãos invisíveis. A gente caminha, mesmo sem saber o destino, e ainda assim é bonito…
Porque no fim, o que fica são as coisas simples: uma flor, um café, e a certeza de que há beleza no agora.
Entre um afazer e outro, existe uma hora que não tem nome — é nela que a alma respira e a palavra nasce.
"há beleza no agora"
Acompanhe o caderno aberto: poemas, fragmentos e pequenas pausas publicados em primeira mão.
Seguir @horavagapoesia